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Resultados de Exames



O LABORATÓRIO

A nossa história começa em 1972, em Copacabana, como um laboratório para diagnósticos médicos fundado por profissionais oriundos do Hospital dos Servidores do Estado (INSS) e da Faculdade Nacional de Medicina. Eram eles: Domingos de Paola, Francisco Duarte e Kalil Madi. Pouco tempo depois o laboratório transfere-se para a Glória, passando a chamar-se Círculo Brasileiro de Patologia (CBP), dedicado ao diagnóstico histopatológico, a mais importante disciplina da Anatomia Patológica.

Há 49 anos o CBP entrega diagnósticos de qualidade, é reconhecido no Rio de Janeiro pela excelência de seus serviços, gozando da confiabilidade junto à classe médica desde sua fundação. Atualmente, sediado em Vila Isabel, tem como diretor técnico o professor Dr. Kalil Madi.

A pesquisa acadêmica e científica é nossa essência. O CBP participa de sociedades clínicas afins, tais como a Gastroenterologia, a Pneumologia, a Pediatria e a Patologia, em sessões científicas, assim como em congressos internacionais, jornadas locais e nacionais.

Convênios

O QUE É ANATOMIA PATOLÓGICA?

Disciplina médica calcada no exame macro e microscópico de tecidos humanos com a finalidade de esclarecer a causa ou os mecanismos das doenças, atividade que começou no século XVIII com necropsias na Itália.

Hoje, entretanto é possível por meio de uma biópsia gástrica ou de pele, por exemplo, detectar a causa de uma dor de estômago (gastrite) ou de uma coceira dérmica crônica. Portanto, como muitos exames são realizados para esclarecer a origem das doenças, os patologistas participam do mesmo esforço de clínicos, endoscopistas, cirurgiões, radiologistas, num importante exercício multidisciplinar que é o diagnóstico médico.

Se um paciente leva ao laboratório um frasquinho com pequenos fragmentos para exame deve saber como se processa o diagnóstico histopatológico:

1- Os fragmentos (as biópsias) saem das clínicas já preservados em formol (não precisam ir à geladeira).

2- Ao chegar ao laboratório as biópsias são registradas onde a confiabilidade é pautada pela segurança do fluxograma de trabalho da macro para a micro.

3- O processamento técnico consiste em submeter os tecidos à desidratação para incluí-los em blocos de parafina e aí fazer cortes submilimétricos, os quais são montados em lâminas de vidro, corados e submetidos ao patologista. Estas lâminas são identificadas com o número do exame de cada paciente, podem durar vários meses ou anos, sendo arquivadas no laboratório. O bloco de parafina também é arquivado, permitindo a duplicação de muitas lâminas, estando disponível para os pacientes quando solicitados.

4- O próximo passo é o estudo microscópico das lâminas histológicas, uma atividade mental complexa do patologista. Como é sabido, exige-se dele uma formação em residência médica em hospital reconhecido pelo Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Patologia, consolidando sua experiência pela prática diária, atualização pela literatura médica, facultando-lhe então uma “expertise” que lhe permite avaliar se o tecido é normal ou doente. Podemos dizer que o instrumento mais importante dessa atividade é seu arquivo mental.

5- A última fase é a confecção do laudo que implica no conhecimento prévio de informações clínicas, endoscópicas, etc, às quais, junto das lesões verificadas, permitirão ao patologista fazer as interpretações que podem resultar em diagnósticos definitivos ou em indicações lesionais úteis ao tratamento do paciente.

Embora a Histopatologia seja uma prática secular, esta continua indispensável e com pesada importância na Medicina Diagnóstica, apesar de numerosas técnicas sofisticadas disponíveis que complementam o diagnóstico das neoplasias, como a imuno-histoquímica e a biologia molecular. Mas tão importante quanto estas é a correlação do que o patologista vê nas lâminas com os sintomas e sinais dos pacientes.


Corpo Médico

Dr. Kalil Madi

Formado em 1963 em Medicina pela U.F. Paraná, residência em patologia no Hosp. Servidores do Estado do RJ (1964-1966).
Estágio no Armed Forces Institute of Patology - Wash. DC. (1967-1968).
Prof. titular aposentado da Faculdade de Medicina - UFRJ (1971-2005), com Pós Doutorado na Universidade de Londres (1974-1975).
Consultor do Lab. Dr. Sérgio Franco (DASA-RJ) em Patologia Digestiva, Pulmonar, Pediátrica e Infecciosa.
Sócio Fundador do Círculo Brasileiro de Patologia – CBP (1972).

Dr. João Leônidas Oliveira Vasconcelos

Área de atuação: Patologia Cirúrgica e Citopatologia.
Médico graduado pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB (2013). Residência médica em Anatomia Patológica no Instituto Nacional do Câncer (INCA) – 2018.